Jean Barcelos – Concerto de Violão na Prefeitura de Chapecó

Como eu falei no post anterior, decidi-me de uma vez por todas tentar forçar um pouco de cultura na cabeça dos nossos leitores (não que lhes esteja faltando, mas… Sinceramente, quem é que lê um blog chamado Blog Cabeludo?).

Dessa maneira, deixo aqui mais um convite para um evento cultural do mais alto garbo e elegância. Meu nobre amigo @jeanfbarcelos estará dando um concerto de violão clássico, gratuito lá no auditório da Prefeitura de Chapecó. E vai ser foda!

Durante o concerto, além de tocar composições de J.S.Bach, Roland Dyens, Villa Lobos e outros expoentes da música erudita, o Jean ainda vai nos brindar com alguns fatos e detalhes históricos a respeito de cada composição, só para que os perdidos (tipo eu) não fiquem tão perdidos assim…

Vai ser terça, dia 22/02/10, lá no auditório da Prefeitura, sem nenhum custo. Se você quiser mais informações, ou só bater um papo com o meu amigo Jean, é só ligar no (49)9982-6318. Espero vê-los lá. 🙂

E o #tediodominical atrasa novamente…

É, tô começando a considerar mover o #tediodominical pra segunda-feira, mas se for ver, nem adianta pq daí eu vou postar ele só na terça mesmo…

De qualquer maneira, o dessa semana é bem legal. O @jeanfbarcelos que deu a sugestão.

É fato bem conhecido que a música clássica não é lá tão popular assim, mas às vezes isso se deve ao fato de, por não ter letra, as pessoas não entenderem muito bem o que a música significa, ou o que ela tenta passar… Foi pensando nisso que fizeram esse vídeo que segue, que narra uma das músicas mais conhecidas de todos os tempos: A 5ª Sinfonia de Ludvic Van Beethoven.

Se você gosta, vai dar muita risada com o vídeo, e se não gosta, aproveite e tire esses minutos pra assistir e entender um pouco melhor, não só a música clássica, mas como funciona uma música, em geral.

Cara, é só o que eu tenho…

– E aí, beleza?

– Opa, beleza sim…

– Então passa a grana, meu!

*putz!*

E assim foi o diálogo inicial que marcou a minha tarde de ontem. É, meu amigos da rede bobo, fui assaltado em plena Av. Getúlio Vargas, 4:30 da tarde.

Mas acho que foi o assalto mais #FAIL da vida daquele ladrão. Clique em “More” pra ler a descrição completa e comentada do ocorrido, com o máximo de detalhes que eu consigo lembrar.

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TETRIS, com Letra!

Isso mesmo. Um maluco resolveu abordar a música do game TETRIS (tã-nãnãnã-nãnãnã-nãnãnã…) de uma maneira bem diferente: Escreveu uma LETRA para a música! E muito divertida, por sinal, pois fala da relação das mulheres (nossas mães, avós e namoradas) com o tetris.

Não vou nem escrever muito sobre a música, pois perderia toda a graça. Só assistam ao vídeo!

MPB – M#@% Popular Brasileira

Há diversas coisas na população brasileira que me irritam: hipocrisia MASTER, o tal “jeitinho brasileiro”, quantidade absurda de salsinhas (tm Cardoso), e mais uma lista “inoxidavelmente” grande.

E a música. (Ou o que chamam de música.)

Sejamos honestos, o leque da (assim chamada) Música Brasileira é incrivelmente diversificado. Temos desde “Dako é Bom” até “Créu”, com direito a Mulher Melancia, Pêra, Abacaxi e todo o resto das frutas que a Carmen Miranda usava na cabeça e até alguns extras tipo “Mulher Filé”. Some isso aos “Strondas”, “piranhas do banheiro” e outras músicas vazias e que mandam “balançar o cu” (sério, existe) e por fim, às paródias de mau gosto de músicas estrangeiras tipo “Festa no Apê”, que chupinha descaradamente toda a melodia de Dragostea Din Tei, do O-Zone, e tantas outras, que por falta de “tato musical” (???) criam uma letra aleatória qualquer, tascam o ritmo de uma música que esteja fazendo sucesso e se dizem músicos. E acaba com coisas como ESSA:

 

Pombas! Cadê o pessoal do naipe de Tom, Elis, Vinícius?!?! A Música Popular Brasileira de verdade? Foi só uma época, e já acabou? Pior que não. Pior é que ainda tem gente fazendo música boa no Brasil, mas não faz uma fração do sucesso que esses “manos” fazem com uma música de 3 versos, escrita em 15 minutos.

Creio que a música brasileira atual seja apenas um retrato do público alvo que ela atinge, e que infelizmente, é maioria.